segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Proposta do Senado garante a alunos com dislexia e hiperatividade cuidado especializado nas escolas

Agência Senado

Os estudantes da rede pública de ensino com dislexia e transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH) poderão passar a receber, obrigatoriamente, atenção especial nas escolas em que estudam. É o que prevê proposta que está pronta para entrar na pauta de votações da Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE), em caráter terminativo.

A dislexia é uma disfunção neurológica que afeta a aprendizagem na área da leitura e da escrita. Não é considerada doença, mas uma dificuldade no processamento da linguagem para reconhecer, reproduzir, associar e ordenar os sons e as letras, de modo a organizá-los corretamente.

O TDAH é outra disfunção neurológica, que aparece na infância e geralmente acompanha o individuo por toda a vida. Caracteriza-se por sintomas de desatenção, inquietude e impulsividade.

O projeto de lei do Senado (PLS 402/08), do senador Gerson Camata (PMDB-ES), determina que o Poder Público mantenha programa de diagnóstico e de tratamento de estudantes da educação básica com essas duas disfunções, por meio de uma equipe multidisciplinar, com a participação de educadores, psicólogos, psicopedagogos e médicos, entre outros profissionais.

O projeto também assegura às crianças com dislexia e TDAH o acesso aos recursos didáticos adequados ao desenvolvimento da aprendizagem, bem como estabelece que o Poder Público garanta aos professores da educação básica cursos sobre o diagnóstico e o tratamento desses dois transtornos, de forma a facilitar o trabalho da equipe multidisciplinar.

O projeto original previa somente o diagnóstico e o tratamento da dislexia nas escolas. Segundo o parlamentar, as crianças com esse tipo de transtorno não recebem, atualmente, atendimento específico e especializado nas escolas públicas brasileiras. - A criança com dislexia, devido às suas dificuldades de acompanhar o processo de aprendizagem dos demais alunos, tende a sentir-se frustrada e, pelo menos uma parte delas, pode desenvolver problemas emocionais e comportamentos anti-sociais, como excessiva agressividade ou retraimento - afirma Camata.

A matéria já foi aprovada na Comissão de Assuntos Sociais (CAS). Na CE, a relatora, senadora Marisa Serrano (PSDB-MS), incluiu o transtorno do déficit de atenção no projeto, ao justificar que, assim como a dislexia, o TDAH também ocasiona dificuldades na escola, tanto na aprendizagem quanto no relacionamento social. - Cabe ressaltar que o TDAH é reconhecido oficialmente pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e, em alguns países, seus portadores são protegidos pela lei, no que diz respeito a tratamento diferenciado na escola - justifica a senadora.

11 comentários:

Carla Silva disse...

Meu nome é Carla tenho um filho de 10 anos que tem hiperatividade e déficti de atenção seu nome é Gustavo, ele é medicado e tem acompanhamento médico faz uso do medicamento Ritalina. Meu filho foi realizar um exame de Matemática e na hora deu uma crise de choro ele se esqueceu de tudo que tinha estudado precisava de 3,3 e tirou 2 e o colégio não deu nenhuma assistência no caso dele e de mais dois colegas portadores desse transtorno, apenas acalmaram e deram água, foi eficaz? não os três foram reprovados. Agora estou lutando pelos direitos dele o quê posso fazer?carla0805

Roberta Pardo Mendes disse...

oi carla

meu nome é roberta tenho 3 filhos com tdah, e vc pode exigir da escola tratamento diferenciado na avaliações escolares, independente de qualquer lei, pois já existe um parecer do mec a esse respeito, e o brasil é signatário da delcaração de salamanca, onde é reconhecido o tdah como necessidade educaional especial, é só vc se informar quais as leis e pedir os direitos dele, ele tem direito a prova oral, a tempo maior na avaliação, e até em concurso público!ele já tem o laudo? a escola sabe que ele tem o transtorno?que recursos eles ofereceram para o seu filho antes de ele repetir de ano? meu email é roberta.pardo@ig.com.br, sou técnica em educação e luto pelo direitos das crianças e adolescentes portadores de tdah, estou a disposição abços

viviane mendes disse...

olá meu nome é viviane tenho um filho de 7 anos que foi diagnosticado aos 5 com tdah desde então faz uso da ritalina venhoenfrentando varios problemas com a escola por conta desse transtorno,meu filho é muito agitado e muitas vezes acaba brigando com os amiguinhos na escola conversso muito com ele e também com a escola mais na escola o que eles me dizem é que meu filho não pode ser o centro das atenções pois tem crianças piores que ele tenho o laudo do neuro pediatra dele que pede á escola que tenham uma maior atenção com ele mais parece que de nada adiantou estou desesperada sem saber o quefazer e nem onde recorrer uma solução ele estuda em uma escola da prefeitura "emef"ja até estudou em escola particular mais não o aguentaram e tive que tira-lo fez natação no "ceu " mas a prof:pediu que veu o retirasse das aulas pois ela não iria deixa-lo participar das aulas nunca soube os direitos das crianças com essetrantorno comportamental até que enttrei nesse blog por favor não wei se alguém pode me ajudar mais se tiver alguém que possa me dar uma dica de como devo agir em relação a esse problema pesso que por favor me ajudem esse é um pedido de uma mãe deseperada.

cristiane disse...

oi meu nome é cristiane, tenho um filho com 7 anos ele apresentou muita dificuldade de aprendizagem,a escola encaminhou ele para a ubs ele passa com psicologo desde setembro de 2009.Só que este ano ele entrou na primeira serie e a professora dele também costatou um problema muito grande com ele, ela da aula p crianças especial a 6 anos e ela fa que ele tem tdah, ele estuda em escola publica municipal na internet encontrei site sobre tdah e são tds os sintomas que ele tem não sei o que fazer meu email é cristianegks@hotmail.com.

debora natalina disse...

Roberta meu fihlo tem10 anos faz tratamento na neuropediatra esta a ponto de ser reprovado na escola porque nao sabe ler muito bem ele tem o laudo da neuro dizendo que tem tdhd ele sabe toda a materia mais na hora da prova ....ele ja fez prova oral mais agora a professora disse que ele nao e amparado pela lei que noa pode mais fazer prova oral nem frequentar o recurso pois ele nao e amparado pela lei . me ajuda .

debora natalina disse...

Roberta meu fihlo tem10 anos faz tratamento na neuropediatra esta a ponto de ser reprovado na escola porque nao sabe ler muito bem ele tem o laudo da neuro dizendo que tem tdhd ele sabe toda a materia mais na hora da prova ....ele ja fez prova oral mais agora a professora disse que ele nao e amparado pela lei que noa pode mais fazer prova oral nem frequentar o recurso pois ele nao e amparado pela lei . me ajuda .

ligia disse...

meu nome é ligia tenho um filho de 9 anos que tem deficit de atençao e dislexia,faz tratamento com neorologista e com um pediatra toma ritalina 2 veses ao dia toma um antidepressivo e um estimulante para o cerebro,mas as veses tem umas crimes de nervos de choro,se revolta porque acha que nunca vai conseguir aprender e isso me preocupa muito.os outros medicamentos sao ,ludiomil e gaballon será que esta certo ou devo mudar de medico?

Anônimo disse...

Bom meu nome e Edelzuita tenho um filho de coracao com 13 anos com diagnostico de tdah,e toc, faz uso de ritarina e imipramina ,faz aconpanhamento com neuro e pscologo ha 7 anos,venho tendo muito problema na escola apezar de ter levado relatorios e toda informa~ao, sobre o problema dele.Resultado ele pedeu todas as materias e provalvelmente vai repetir o ano letivo . Ele estuda em escolar particular ,e segundo a psicopedagoga da escolar ele tem que ser tratado como uma criaca normal. que devo fazer por favor me agude

socorro disse...

meu filho tem 13anos,e sempre teve problemas na escola,ja escultei diretora dizer que ele era sem vergonha e que não tinha problemas ,a um ano e meio faz tratamento, e hoje toma imipramina e ritalina,a escola me deu uma carta p arrumar escola no periodo da tarde porque os remédios causam oscilações,e eu cansada e coagida,corri troca-lo,bem foi um dia só na escola nova,e tem 2 meses que segue aqui de casa,o conselho tutelar tem sido meu aliado,mas não se resolveu nada,hoje vou tentar fazer B.O.contra a orientadora da escola por abuso de poder,constrangimento,p professra de portugues tbm,o chamou de bosta
e lixo,e a de matematica por bullying,por chama-lo de cabeçudo e nao chama-lo na chamada e dizer o tempo todo que ele não vai ser nada na vida,mas e ai um advogado é caro e não posso pagar,to lutando sozinha p que ele volte p antiga escola,vou tentar pelo gratuito,mas o advogado de la disse que é demorado demais,não sei estou perdida se alguem puder me ajudar,,tenho laudo do tdah-meu imail é claudia.gedribeiro@hotmai.com

lucy disse...

Meu nome é Lucimar, meu irmão tem 9 anos é hiperativo, tem dificuldade com a fala e ja fez varios exames neurologicos, não foi constatado retardo mental ou algo parecido mas as escolas de Barão de Cocais-MG não aceitam ele, falam que não tem monitor p/ tomar conta dele. Meu irmão é uma criança muito inteligente, desenha super bem, é muito detalhista com algumas coisas e sente muito toda essa rejeição. Já faz mais de 1 ano e meio que ele não conclui o ano letivo. A secretaria de educação da cidade não fazem nada para garantir o direito que o meu irmão tem de estudar... é uma humilhação atras da outra.
Minha mãe nao sabe se continua indo ás escolas para tentar a vaga p ele ou se desiste e deixa ele definitivamente fora da escola. É muito triste ver uma criança sendo rejeitada em todas as escolas, me dói muito ver que meu irmão não está tendo o direito de estudar...
Se tiver algo que possa garantir a vaga dele em uma escola aqui em Barão de Cocais me ajude por favor, meu e-mail é: lucimar.estevam@yahoo.com.br
Obrigada pela atenção.

Teka Castro disse...

Sou professora da disciplina de matemática, e dou aulas para meu próprio filho, 11 anos e que tem TDAH, é muito difícil, mas de uma maneira criativa estudei e estudo um pouco mais o assunto, para auxiliá-lo, assim como outras crianças. Não é fácil, pois o governo não nos dá subsídios para o acompanhamento. O pior, e que na escola que trabalho, a coordenadora é psicologa, ela não tem o tato que tento ter com as crianças que apresentam algum problema, e outros colegas simplesmente acabam cometendo bullying com ele, em especial a de História.É uma pena que alguns colegas só enxerguem o próprio umbigo.