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sábado, 20 de abril de 2013

Algumas Estratégias Pedagógicas para Alunos com TDAH:


Algumas Estratégias Pedagógicas para Alunos com TDAH:
Atenção, memória sustentada:
Algumas técnicas para melhorar a atenção e memória sustentadas

1 – Quando o professor der alguma instrução, pedir ao aluno para repetir as instruções ou compartilhar com um amigo antes de começar as tarefas.
2 – Quando o aluno desempenhar a tarefa solicitada ofereça sempre um feedback positivo (reforço) através de pequenos elogios e prêmios que podem ser: estrelinhas no caderno, palavras de apoio, um aceno de mão... Os feedbacks e elogios devem acontecer SEMPRE E IMEDIATAMENTE após o aluno conseguir um bom desempenho compatível com o seu tempo e processo de aprendizagem.
3 – NÃO criticar e apontar em hipótese alguma os erros cometidos como falha no desempenho. Alunos com TDAH precisam de suporte, encorajamento, parceria e adaptações. Esses alunos DEVEM ser respeitados. Isto é um direito! A atitude positiva do professor é fator DECISIVO para a melhora do aprendizado.
4 – Na medida do possível, oferecer para o aluno e toda a turma tarefas diferenciadas. Os trabalhos em grupo e a possibilidade do aluno escolher as atividades nas quais quer participar são elementos que despertam o interesse e a motivação. É preciso ter em vista que cada aluno aprende no seu tempo e que as estratégias deverão respeitar a individualidade e especificidade de cada um.
4 – Optar por, sempre que possível, dar aulas com materiais audiovisuais, computadores, vídeos, DVD, e outros materiais diferenciados como revistas, jornais, livros, etc. A diversidade de materiais pedagógicos aumenta consideravelmente o interesse do aluno nas aulas e, portanto, melhora a atenção sustentada.
5 – Utilizar a técnica de “aprendizagem ativa” (high response strategies): trabalhos em duplas, respostas orais, possibilidade do aluno gravar as aulas e/ou trazer seus trabalhos gravados em CD ou computador para a escola.
6 – Adaptações ambientais na sala de aula: mudar as mesas e/ou cadeiras para evitar distrações. Não é indicado que alunos com TDAH sentem junto a portas, janelas e nas últimas fileiras da sala de aula. É indicado que esses alunos sentem nas primeiras fileiras, de preferência ao lado do professor para que os elementos distratores do ambiente não prejudiquem a atenção sustentada.
7 – Usar sinais visuais e orais: o professor pode combinar previamente com o aluno pequenos sinais cujo significado só o aluno e o professor compreendem. Exemplo: o professor combina com o aluno que todas as vezes que percebê-lo desatento durante as atividades, colocará levemente a mão sobre seu ombro para que ele possa retomar o foco das atividades.
8 – Usar mecanismos e/ou ferramentas para compensar as dificuldades memoriais: tabelas com datas sobre prazo de entrega dos trabalhos solicitados, usar post-it para fazer lembretes e anotações para que o aluno não esqueça o conteúdo.
9 – Etiquetar, iluminar, sublinhar e colorir as partes mais importantes de uma tarefa, texto ou prova.

Tempo e processamento das informações

1 – Usar organizadores gráficos para planejar e estruturar o trabalho escrito e facilitar a compreensão da tarefa. Clique aqui para ver um exemplo.
2 – Permitir como respostas de aprendizado apresentações orais, trabalhos manuais e outras tarefas que desenvolvam a criatividade do aluno.
3 – Encorajar o uso de computadores, gravadores, vídeos, assim como outras tecnologias que possam ajudar no aprendizado, no foco e motivação.
4 – Reduzir ao máximo o número de cópias escritas de textos. Permitir a digitação e impressão, caso seja mais produtivo para ao aluno.
5 – Respeitar um tempo mínimo de intervalo entre as tarefas. Exemplo: propor um trabalho em dupla antes de uma discussão sobre o tema com a turma inteira.
6 – Permitir ao aluno dar uma resposta oral ou gravar, caso ele tenha alguma dificuldade para escrever.
7 – Respeitar o tempo que cada aluno precisa para concluir uma atividade. Dar tempo extra nas tarefas e nas provas para que ele possa terminar no seu próprio tempo.

Organização e técnicas de estudo

1 – Dar as instruções de maneira clara e oferecer ferramentas para organização do aluno desenvolver hábitos de estudo. Incentivar o uso de agendas, calendários, post-it, blocos de anotações, lembretes sonoros do celular e uso de outras ferramentas tecnológicas que o aluno considere adequado para a sua organização.
2 – Na medida do possível, supervisionar e ajudar o aluno a organizar os seus cadernos, mesa, armário ou arquivar papéis importantes.
3 – Orientar os pais e/ou o aluno para que os cadernos e os livros sejam “encapados” com papéis de cores diferentes. Exemplo: material de matemática – vermelho, material de português – azul, e assim sucessivamente. Este procedimento ajuda na organização e memorização dos materiais.
4 – Incentivar o uso de pastas plásticas para envio de papéis e apostilas para casa e retorno para a escola. Desta forma, todo o material impresso fica condensado no mesmo lugar minimizando a eventual perda do material.
5 – Utilizar diariamente a agenda como canal de comunicação entre o professor e os pais. É extremamente importante que os pais façam observações diárias sobre o que observam no comportamento e no desempenho do filho em casa, assim como o professor poderá fazer o mesmo em relação às questões relacionadas à escola.
6 – Estruturar e apoiar a gestão do tempo nas tarefas que exigem desempenho em longo prazo. Exemplo: ao propor a realização de um trabalho de pesquisa que deverá ser entregue no prazo de 30 dias, dividir o trabalho em partes, estabelecer quais serão as etapas e monitorar se cada uma delas está sendo cumprida. Alunos com TDAH apresentam dificuldades em desempenhar tarefas em longo prazo.
7 – Ensine e dê exemplos frequentemente. Use folhas para tarefas diárias ou agendas. Ajude os pais, oriente-os como proceder e facilitar os problemas com deveres de casa. Alunos com TDAH não podem levar “toneladas” de trabalhos para fazer em casa num prazo de 24 horas.

Técnicas de aprendizado e habilidades metacognitivas

1 – Explicar de maneira clara e devagar quais são as técnicas de aprendizado que estão sendo utilizadas. Exemplo: explicar e demonstrar na prática como usar as fontes, materiais de referência, anotações, notícias de jornal, trechos de livro, etc.
2 – Definir metas claras e possíveis para que o aluno faça sua autoavaliação nas tarefas e nos projetos. Este procedimento permite que o aluno faça uma reflexão sobre o seu aprendizado e desenvolva estratégias para lidar com o seu próprio modo de aprender.
3 – Usar organizador gráfico (clique aqui para ver) para ajudar no planejamento, organização e compreensão da leitura ou escrita.

Inibição e autocontrole

1 – Buscar sempre ter uma postura pró-ativa. Antecipar as possíveis dificuldades de aprendizado que possam surgir e estruturar as soluções. Identificar no ambiente de sala de aula quais são os piores elementos distratores (situações que provocam maior desatenção) na tentativa de manter o aluno o mais distante possível deles e, consequentemente, focado o maior tempo possível na tarefa em sala de aula.
2 – Utilizar técnicas auditivas e visuais para sinalizar transições ou mudanças de atividades. Exemplo: falar em voz alta e fazer sinais com as mãos para lembrar a mudança de uma atividade para outra, ou do término da mesma.
3 – Dar frequentemente feedback (reforço) positivo. Assinale os pontos positivos e negativos de forma clara, construtiva, respeitosa. Este monitoramento é importante para o aluno com TDAH, pois permite que ele desenvolva uma percepção do seu próprio desempenho, potencial e capacidade e possa avançar motivado em busca da sua própria superação.
4 – Permitir que o aluno se levante em alguns momentos, previamente combinados entre ele e o professor. Alunos com hiperatividade necessitam de alguma atividade motora em determinados intervalos de tempo. Exemplo: pedir que vá ao quadro (lousa) apagar o que está escrito, solicitar que vá até a coordenação buscar algum material, etc., ou mesmo permitir que vá rapidamente ao banheiro ou ao corredor beber água. Este procedimento é extremamente útil para diminuir a atividade motora e, muitas vezes, é ABSOLUTAMENTE NECESSÁRIO para crianças muito agitadas.


terça-feira, 31 de janeiro de 2012

TDAH - Entrevista com o Dr. Erasmo Barbante Casella

Vale a pena assistir esta entrevista devido a credibilidade do programa da rede Bandeirantes.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

VIDEO DOCUMENTÁRIO E ENTREVISTA SOBRE TDAH COM Prof. Paulo Mattos - Globo News

Este documentário É IMPORTANTE A TODOS OS PAIS E PROFESSORES PARA ENTENDER COMO É A CABEÇA DO TDAH, COMO ISSO AFETA A SUA VIDA, COMO AGE UM TDAH.

Dr. Paulo Mattos é um ESPECIALISTA QUE NÃO PODEMOS DEIXAR DE ESCUTAR.





terça-feira, 19 de outubro de 2010

Quase metade dos coordenadores pedagógicos não conhece o Ideb de suas escolas - Ligia Sanchez

Quase a metade (47%) da coordenação pedagógica da rede pública brasileira não sabe dizer o Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) de sua escola. A informação foi revelada por uma pesquisa que busca traçar o perfil de coordenadores pedagógicos brasileiros e suas relações com a educação, encomendada ao Ibope Inteligência pela Fundação Victor Civita.



Quanto à percepção dos coordenadores pedagógicos sobre a educação brasileira, a pesquisa aponta que 51% deles consideram que o ensino no país é regular e 75% acham que todas as escolas têm que ter a mesma base para o currículo.


Em relação à carreira dos coordenadores, o estudo conclui que são, na maioria, profissionais experientes, mas não estão há muito tempo na escola atual. Em média, os entrevistados trabalham há 6,9 anos no cargo, sendo que 28% deles têm mais de dez anos de experiência como coordenador pedagógico, 27% têm de dois a cinco anos e 24%, de cinco a dez anos.

Quase a metade desses profissionais está há dois anos ou menos na coordenação da escola atual. Segundo a pesquisa, 16% dos consultados tinham menos de seis meses na coordenação da unidade. Apenas 24% têm mais de cinco anos de casa.

O levantamento sobre a formação dos coordenadores pedagógicos mostrou que 70% deles possuem pós graduação -quase todos latu sensu- e consideram que seu curso universitário não os preparou para o cargo e, por isso, têm que fazer cursos específicos. No entanto, 96% deles avaliaram a qualidade de sua graduação universitária como boa ou excelente.

A pesquisa foi realizada com 400 coordenadores pedagógicos, em 12 capitais e no Distrito Federal (Manaus, Belém, São Luís, Natal, Recife, Salvador, Brasília, Goiânia, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba e Porto Alegre). Eles coordenam escolas com 1,1 mil alunos, em média. Mais da metade (56%) dos entrevistados trabalha nos três turnos de aulas (manhã, tarde e noite). As mulheres representam 90% da categoria.

quinta-feira, 11 de março de 2010

Alunos com dislexia e déficit de atenção podem ter atenção especial em escolas públicas

Os estudantes da rede pública de ensino com dislexia e transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH) poderão passar a receber atenção especial nas escolas em que estudam.

Projeto de lei com essa finalidade, de autoria do senador Gerson Camata (PMDB-ES), foi aprovado pela Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE), em decisão terminativa.

A relatora da matéria, senadora Marisa Serrano (PSDB-MS), incluiu o transtorno do déficit de atenção no projeto, não presente no texto inicial de Camata.

Segundo a senadora, o TDAH também ocasiona dificuldades na escola, tanto na aprendizagem quanto no relacionamento social. O autor considerou que a inclusão aprimorou a sua proposta.

Pelo projeto (PLS 402/08), o poder público deve manter programa de diagnóstico e de tratamento de estudantes da educação básica com essas duas disfunções, por meio de uma equipe multidisciplinar, com a participação de educadores, psicólogos, psicopedagogos e médicos, entre outros profissionais.

fonte: http://www.senado.gov.br/agencia/verNoticia.aspx?codNoticia=99631&codAplicativo=2

quinta-feira, 4 de março de 2010

As crianças X mochila escolar


Olá pessoal - Decidi colocar neste blog alguns assuntos que são importantes para a criança além dos artigos e matérias sobre TDAH.

Então - inauguro estes artigos colocando uma matéria sobre a mochila que as crianças tanto levam o ano inteiro.

Você já deve ter comprado a mochila para seu filho ir a escola, certo? Ótimo, mas você reparou se o tamanho da mochila é realmente adequado para as necessidades diárias de seu filho? O ortopedista do hospital do coração Dr. Sergio Xavier alerta para o uso incorreto e o peso excessivo das mochilas da criançada.

O que levar à escola, e como levar é um dilema que há tempos os pais enfrentam. É um cuidado que deve ser redobrado a cada ano, para que possam evitar lesões sérias que podem se tornar doenças crônicas.


A maneira como carregar, erguer ou retirar a mochila das costas faz toda diferença.

Se comparada a bolsas de uso lateral, a mochila com duas alças é a mais indicada pois distribui o peso dos objetos pelos músculos e abdômen. Segundo Dr. Sérgio Xavier, o mau uso da mochila pode ocasionar dor muscular, ferimentos abrasivos e problemas na a coluna: "o peso pode afetar as articulações, influindo no desenvolvimento das crianças. O ideal é que o peso da mochila não ultrapasse 10% do peso de seu filho.", explica o ortopedista.


Mochila com alça X Mochila com rodinhas


Muitos pais acreditam que a mochila com rodinhas é a melhor opção para a criança. Engano!


"A altura do puxador tem que ser adequada a altura da criança, e o peso também não pode ultrapassar a porcentagem limite, caso isso aconteça, o esforço da criança ao puxar o carrinho pode causar lesões tão sérias quanto carregar a mochila nas costas. Portanto veja se o que seu filho carrega na mochila é mesmo o que ele precisa.", alerta Dr. Xavier.

Fique atento a qualquer reclamação da criança e ao primeiro sinal de dor consulte um médico.

Mochila: lesões mais comuns

Em média o HCor atende no início do ano cerca de 10 crianças por mês com queixas de dores nos ombros, geralmente ocasionadas pelo mau uso das mochilas escolares. São problemas que se não tratados podem levar a prejuízos na saúde para a vida toda. É comum encontrar jovens com problemas de postura e dores crônicas nas articulações.

Os problemas mais comuns pelo uso incorreto da mochila são:


• Dor muscular
• Ferimentos abrasivos
• Alterações posturais
• Fadiga
• Irritabilidade

Quando a criança é diagnosticada com esses problemas o tratamento de reabilitação é iniciado com sessões de fisioterapia e exercícios de compensação.
Mochila: como prevenir lesões

Para prevenir possíveis lesões nas crianças o Dr. Xavier dá algumas dicas:
• As mochilas devem ter duas tiras para distribuir o peso da melhor forma.
• As tiras devem ser preferencialmente acolchoadas e ajustadas de forma que a mochila fique rente ao corpo da criança.
• A largura da mochila não pode ser maior que o dorso da criança.
• A mochila não deve ultrapassar a cintura da criança.
• Dê preferência para mochilas com poucos bolsos. A diversidade de compartimentos pode ser um atrativo para carregar objetos inúteis.
Zele pela saúde de seu filho!
Fique atento ao peso das mochilas todos os dias!

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Proposta do Senado garante a alunos com dislexia e hiperatividade cuidado especializado nas escolas

Agência Senado

Os estudantes da rede pública de ensino com dislexia e transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH) poderão passar a receber, obrigatoriamente, atenção especial nas escolas em que estudam. É o que prevê proposta que está pronta para entrar na pauta de votações da Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE), em caráter terminativo.

A dislexia é uma disfunção neurológica que afeta a aprendizagem na área da leitura e da escrita. Não é considerada doença, mas uma dificuldade no processamento da linguagem para reconhecer, reproduzir, associar e ordenar os sons e as letras, de modo a organizá-los corretamente.

O TDAH é outra disfunção neurológica, que aparece na infância e geralmente acompanha o individuo por toda a vida. Caracteriza-se por sintomas de desatenção, inquietude e impulsividade.

O projeto de lei do Senado (PLS 402/08), do senador Gerson Camata (PMDB-ES), determina que o Poder Público mantenha programa de diagnóstico e de tratamento de estudantes da educação básica com essas duas disfunções, por meio de uma equipe multidisciplinar, com a participação de educadores, psicólogos, psicopedagogos e médicos, entre outros profissionais.

O projeto também assegura às crianças com dislexia e TDAH o acesso aos recursos didáticos adequados ao desenvolvimento da aprendizagem, bem como estabelece que o Poder Público garanta aos professores da educação básica cursos sobre o diagnóstico e o tratamento desses dois transtornos, de forma a facilitar o trabalho da equipe multidisciplinar.

O projeto original previa somente o diagnóstico e o tratamento da dislexia nas escolas. Segundo o parlamentar, as crianças com esse tipo de transtorno não recebem, atualmente, atendimento específico e especializado nas escolas públicas brasileiras. - A criança com dislexia, devido às suas dificuldades de acompanhar o processo de aprendizagem dos demais alunos, tende a sentir-se frustrada e, pelo menos uma parte delas, pode desenvolver problemas emocionais e comportamentos anti-sociais, como excessiva agressividade ou retraimento - afirma Camata.

A matéria já foi aprovada na Comissão de Assuntos Sociais (CAS). Na CE, a relatora, senadora Marisa Serrano (PSDB-MS), incluiu o transtorno do déficit de atenção no projeto, ao justificar que, assim como a dislexia, o TDAH também ocasiona dificuldades na escola, tanto na aprendizagem quanto no relacionamento social. - Cabe ressaltar que o TDAH é reconhecido oficialmente pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e, em alguns países, seus portadores são protegidos pela lei, no que diz respeito a tratamento diferenciado na escola - justifica a senadora.

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Pedagoga usa xadrez no tratamento de crianças hiperativas

São Paulo - Aos 9 anos de idade, em 2005, Rafael Vinha tinha poucas amizades, notas baixas na escola e não conseguia prestar atenção nas aulas ou em filmes.

Quando foi confirmado o diagnóstico de Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), Rafael iniciou um tratamento que incluía, além de medicamentos, aulas de xadrez.

"O jogo exige concentração e isso ajudou na minha vida", diz Rafael. Caracterizado por desatenção, impulsividade e hiperatividade, o TDAH é um transtorno neurobiológico de origem genética que pode comprometer o convívio familiar e o desempenho escolar.

Rafael Vinha foi o principal responsável pela introdução do xadrez - disciplina obrigatória para os 86 alunos até a 5ª série - na grade curricular do então recém-inaugurado Colégio Diocesano, em Orlândia, região de Ribeirão Preto (SP).

A coordenadora pedagógica Solange Ferreira já ensinava o jogo aos seus dois filhos e, ao saber do distúrbio de Rafael, deu seqüência ao projeto. Como resultado, venceu o prêmio Dica de Mestre, concorrendo com 86 projetos de todo o País durante o Congresso de Neurociência e Educação Aprender Criança.

O projeto premiado - O Jogo de Xadrez e a Criança com TDAH - continua na clínica de Solange, com acompanhamento do neurologista Marco Antônio Arruda, diretor do Instituto Glia, de Ribeirão Preto, empresa que atua na área de neurociências aplicadas à educação.

"A hiperatividade é tratada com medicação, mas não pode ficar só nisso, e o xadrez ajudou nesse caso. Ainda é um trabalho inicial, sem estudo científico, o que pode ocorrer em breve", diz Arruda.

Para que o xadrez não fosse algo maçante, difícil para as crianças iniciantes, Solange criou uma história lúdica relacionando as peças do tabuleiro. Imprimiu 200 cópias do livro Chaturanga (nome antigo do xadrez, com origem na Índia), de sua autoria, onde faz a introdução das regras do jogo em forma de versos de poesias.

"Esse jogo cria uma disciplina, a relação entre as crianças é diferente, mais harmoniosa, e tem o conflito, que ajuda a amadurecê-las, mas não confrontos", conclui a pedagoga. E durante as partidas, concentradas nas estratégias das próximas jogadas das peças no tabuleiro, as crianças ficam quietas.

AE

sábado, 26 de setembro de 2009

Educação ultrapassada

Ensinamentos de MÃE DE ANTIGAMENTE: Pra lembrar e rir!

Coisas que nossas mães diziam e faziam...Uma forma que hoje é condenada pelos educadores e psicólogos, mas funcionou com a gente.

Talvez senão tivessem mudado tanto, nosso mundo estaria melhor...

Minha mãe ensinou a VALORIZAR O SORRISO...
'ME RESPONDE DE NOVO E EU TE ARREBENTO OS DENTES!'

Minha mãe me ensinou a RETIDÃO.'
EU TE AJEITO NEM QUE SEJA NA PANCADA!'

Minha mãe me ensinou a DAR VALOR AO TRABALHO DOS OUTROS..'SE VOCÊ E SEU IRMÃO QUEREM SE MATAR, VÃO PRA FORA. ACABEI DE LIMPAR A CASA!'

Minha mãe me ensinou LÓGICA E HIERARQUIA..-.
'PORQUE EU DIGO QUE É ASSI€M! PONTO FINAL! QUEM É QUE MANDA AQUI?'

Minha mãe me ensinou o que é MOTIVAÇÃO...
'CONTINUA CHORANDO QUE EU VOU TE DAR UMA RAZÃO VERDADEIRA PARA VC CHORAR!'

Minha mãe me ensinou a CONTRADIÇÃO...
' FECHA A BOCA E COME!'

Minha Mãe me ensinou sobre ANTECIPAÇÃO....
'ESPERA SÓ ATÉ SEU PAI CHEGAR EM CASA!'

Minha Mãe me ensinou sobre PACIÊNCIA...
'CALMA!... QUANDO CHEGARMOS EM CASA VOCÊ VAI VER SÓ...'

Minha Mãe me ensinou a ENFRENTAR OS DESAFIOS...
'OLHE PARA MIM! ME RESPONDA QUANDO EU TE FIZER UMA PERGUNTA!'

Minha Mãe me ensinou sobre RACIOCÍNIO LÓGICO...
'SE VOCÊ CAIR DESSA ÁRVORE VAI QUEBRAR O PESCOÇO E EU VOU TE DAR UMA SURRA!

'Minha Mãe me ensinou MEDICINA...
'PÁRA DE FICAR VESGO MENINO! PODE BATER UM VENTO E VOCÊ VAI FICAR ASSIM PARA SEMPRE.

'Minha Mãe me ensinou sobre o REINO ANIMAL...
'SE VOCÊ NÃO COMER ESSAS VERDURAS, OS BICHOS DA SUA BARRIGA VÃO COMER VOCÊ!'

Minha Mãe me ensinou sobre GENÉTICA...
'VOCÊ É IGUALZINHO AO SEU PAI!'

Minha Mãe me ensinou sobre minhas RAÍZES...
'TÁ PENSANDO QUE NASCEU DE FAMÍLIA RICA É?'

Minha Mãe me ensinou sobre a SABEDORIA DE IDADE...
'QUANDO VOCÊ TIVER A MINHA IDADE, VOCÊ VAI ENTENDER.'

Minha Mãe me ensinou sobre JUSTIÇA...
'UM DIA VOCÊ TERÁ SEUS FILHOS, E EU ESPERO QUE ELES FAÇAM PRA VOCÊ O MESMO QUE VOCÊ FAZ PRA MIM! AÍ VOCÊ VAI VER O QUE É BOM!'

Minha mãe me ensinou RELIGIÃO...
'MELHOR REZAR PARA ESSA MANCHA SAIR DO TAPETE!'

Minha mãe me ensinou o BEIJO DE ESQUIMÓ...
'SE RABISCAR DE NOVO, EU ESFREGO SEU NARIZ NA PAREDE!'

Minha mãe me ensinou CONTORCIONISMO.-..
'OLHA SÓ ESSA ORELHA! QUE NOJO!'

Minha mãe me ensinou DETERMINAÇÃO..-.
'VAI FICAR AÍ SENTADO ATÉ COMER TODA COMIDA!'

Minha mãe me ensinou a SER OBJETIVO... '
EU TE AJEITO NUMA PANCADA SÓ!'

Minha mãe me ensinou a ESCUTAR ...
'SE VOCÊ NÃO ABAIXAR O VOLUME, EU VOU AÍ E QUEBRO ESSE RÁDIO!'

Minha mãe me ensinou a TER GOSTO PELOS ESTUDOS.. .
'SE EU FOR AÍ E VOCÊ NÃO TIVER TERMINADO ESSA LIÇÃO, VOCÊ JÁ SABE!...'

Minha mãe me ajudou na COORDENAÇÃO MOTORA...
'AJUNTA AGORA ESSES BRINQUEDOS!! PEGA UM POR UM!!'

Minha mãe me ensinou os NÚMEROS...
VOU CONTAR ATÉ DEZ. SE ESSE VASO NÃO APARECER VOCÊ LEVA UMA SURRA!'


Brigadão Mãe !!!HOJE SOU UMA PESSOA BEM MELHOR , MAIS EDUCADA E HUMANA QUE ESSA NOVA GERAÇÃO...